segunda-feira, 24 de maio de 2010

IGREJA PENTECOSTAL DEUS É AMOR

As informações abaixo foram extraidas do portal da IPDA:

A Igreja Pentecostal Deus é Amor foi fundada no dia 03 de Junho de 1962, pelo Missionário DAVID MARTINS MIRANDA, conforme a orientação do Senhor, segundo os seus santos propósitos. Hoje, a IPDA já está com mais de 11 mil igrejas, espalhadas pelo Brasil e mais em 136 países em todo o mundo.
Milhões de almas tem sido salvas para o Reino dos Céus, salvas pelo Senhor Jesus, através deste santo ministério, em cumprimento das promessas de Deus ao seu servo. Leia abaixo parte da Autobiografia do MISSIONÁRIO DAVID MIRANDA, em que relata como Deus falou com ele para fundar a IGREJA DEUS É AMOR.




Leia atentamente:

Aproximadamente às 2h50 de 01/11/1961, senti como se estivesse flutuando nos ares: já havia mais de três horas que orava a Deus sem cessar, de joelhos e com o rosto no chão. Minha roupa já estava molhada de suor, podia ‘viver’, naquele momento, Lucas 22.44: “E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue que corriam até ao chão”.
Senti que era o Espírito Santo, quem estava habitando em mim, fazendo-me sentir aquela graça maravilhosa, pois Jesus, quando orava no monte, por diversas vezes enfrentou noites frias e ainda assim suou. Todas as noites, quando orava ao Senhor, sentia o fogo divino do Espírito Santo e isso, para mim, já era algo normal. Porém, naquela noite, estava me sentindo de uma maneira diferente. O fogo divino era o mesmo, mas parece que mais intenso. De madrugada, já não me continha, minha carne parecia que estava se separando da minha alma, tremia compulsivamente da cabeça aos pés, até meus dentes pareciam bater uns nos outros; sentia que algo ou Alguém de imenso poder, estava se aproximando de mim. O escrito em Pv 8.17, veio-me à mente: “Eu amo os que me amam e os que de madrugada me buscam, estes me acharão”. Havia já 4 horas que estava ajoelhado orando. Seres celestiais estavam comigo naquele meu pequeno quarto. Podia sentí-los mover ao meu redor. Não existem palavras que possam descrever a sensação naquele momento: tudo o que já sentira de amável, sublime e glorioso na minha vida, pequeno diante daquilo que estava ocorrendo naquele instante. Jamais uma criatura humana pode sentir algo parecido, a menos que esteja em contato íntimo com Deus. Lembrei-me da expressão de Jacó que dissera: “Este lugar não é outro, senão, a morada do Altíssimo” (Gn 28.17). Me maravilhava com o som que podia ouvir. Sim, naquele instante, ouvia vários sons celestiais, vozes de arcanjos, coros celestiais. Aleluia! Algo glorioso acontecia.





Não conseguia pronunciar palavra, mas também, naquela hora, não queria dizer nada nem ao menos falar coisa alguma; apenas desejava ouvir aqueles sons encantadores e celestiais. De repente, uma voz se fez ouvir acima daqueles sons diversos. Era uma voz com o som de muitas vozes e ouvi quem me dizia: “Meu servo não temas as lutas, pois te escolhi e grande obra tenho a fazer por teu intermédio. Muitos se levantaram contra ti, mas não prevalecerão. Aqueles que forem contigo, Eu serei com eles, mas aqueles que forem contra ti, Eu serei contra eles” (Gn 12.3). “Por isso não temas a lutas e perseguições, porque grande obra tenho a fazer por teu intermédio. Eu enviarei povos e nações para que, através de ti, eles sejam curados por Mim.”
Eu não disse nada em palavras naquele instante e, mesmo que tentasse dizer alguma coisa, não conseguiria. Porém, em meu pensamento, perguntava: “Senhor esta obra será realizada através da igreja a que pertenço, ou através de outra?” E Ele me disse: “Eu darei o nome da igreja”. Depois disso, houve grande silêncio, mas sua voz ainda ressoava naquele recinto. Era incrível! Sem que eu houvesse dito nada, Deus soubera da minha pergunta e me respondeu.
Voltei a mim e vi que estava em meu quarto, pois estivera como que arrebatado quando comecei a ouvir a voz do Senhor, parecia que havia sido transportado ao paraíso ou a uma parte do céu. O lugar onde estava ajoelhado por mais de 4 horas molhou, havia uma grande roda de suor, que escorreu do meu corpo.
O Senhor me tocara com brasas vivas, tal qual ocorreu com Isaías: “Mas um dos serafins voou para mim trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; e com ela tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios e a tua iniqüidade foi tirada, e purificado o teu pecado” (Isaías 6:6-7). Não contei a ninguém essa minha conversa especial com o Senhor e, por muito tempo, ninguém soube do ocorrido entre Deus e eu, num momento de plena comunhão, continuei a buscar a Deus pelas madrugadas, pedindo a Ele que me dissesse o nome da igreja como prometera, para que eu fosse congregar nela; porque queria que sua promessa se cumprisse logo em mim. Esperava que Ele dissesse o nome de uma igreja já bastante conhecida e abençoada, todavia não foi a minha surpresa, após vinte e um dias de oração, Ele me disse o nome: “DEUS É AMOR”.






Depois que recebi o nome da igreja, fui procurá-la e fiz isso incansávelmente, mas não conseguia encontrá-la; já pensava até que deveria ser uma igreja em outro estado e não em São Paulo. Foi quando Deus me orientou dizendo, através de divina revelação do Espírito Santo, que eu deveria fundar uma igreja,colocando o nome revelado por Ele. Obedecendo a ordem do Senhor, entreguei a congregação a qual tomava conta no Jardim Japão, em Vila Maria e, sem dizer nada a ninguém, nem ao menos ao pastor dirigente, dei início ao trabalho de fundação de uma nova igreja. Por certo, o pastor deve ter pensado, que o motivo da minha saída era devido à grande luta pela qual passava e que já não estava mais suportando. A partir dos dias seguintes, pude entender o motivo das grandes lutas, mas, na época, elas não me pareciam ter um porquê.

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